Contratos flexíveis de serviços de TI para orçamentos imprevisíveis
Seu orçamento de TI está vazando, e não é por causa da inflação.
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Os orçamentos de TI estão sob mais pressão do que nunca nos últimos anos, e a maioria das discussões sobre corte de custos recorre às mesmas poucas medidas: consolidação de fornecedores, congelamento de contratações e adiamento dos ciclos de renovação. Essas medidas tratam apenas do sintoma. Elas raramente abordam o verdadeiro fator por trás dos custos não planejados de TI, que está nos próprios contratos — nas premissas incorporadas a cada tabela de preços e cláusula de alteração de pedido. Antes da próxima revisão do orçamento, vale a pena entender onde esse custo se esconde e por que a solução não é um preço mais baixo, mas um tipo diferente de contrato.
Todo mundo negocia o preço logo de cara. Quase ninguém negocia o que acontece quando o contrato precisa ser alterado.
A inflação está pressionando as margens operacionais. As taxas continuam elevadas. A fragmentação geopolítica está gerando incertezas na cadeia de suprimentos que nenhum modelo de planilha havia previsto há dois anos.
Todo CIO está ouvindo a mesma coisa do seu CFO: justifique cada item de despesa.
Essa é a pergunta certa. A maioria dos líderes de TI está procurando a resposta no lugar errado.
O instinto neste momento é tratar os gastos com TI como uma rubrica a ser cortada. Consolidar fornecedores. Congelar o quadro de funcionários. Adiar a renovação da infraestrutura.
É compreensível. Mas isso deixa de lado o principal fator que influi nos custos: a estrutura dos próprios contratos.
Quando apenas 43% das organizações afirmam ter visibilidade total de todo o seu parque tecnológico, a maioria opera às cegas, e é exatamente nessa situação que os custos contratuais se acumulam sem serem questionados. (Fonte:Relatório da Flexera sobre o Estado do ITAM em 2025)
O que realmente faz a diferença não é o preço. É a rigidez.
Os fornecedores de commodities vendem pacotes padronizados — uma faixa de preço, um modelo de entrega, aplicados independentemente das suas necessidades.
A incompatibilidade só fica evidente mais tarde: cobranças por excedentes, ordens de alteração com tarifas de projeto, cláusulas de reajuste escondidas no anexo três.
Em um cenário de taxas zero, essa variação era tolerável. Neste contexto, um excedente de 15% não é um erro de arredondamento. É um assunto a ser discutido no conselho.
Flexibilidade integrada, não acoplada posteriormente
Na Getronics, a flexibilidade não é algo que oferecemos apenas quando um cliente reclama. É algo estrutural. Um acordo abrangente, aCarta GWA, contém os termos que não precisam ser alterados a cada contrato. Com base nele, uma Ordem de Serviço sucinta — geralmente de apenas duas páginas — define apenas os aspectos específicos: modelo de prestação, modelo de faturamento e escopo. Serviços mais complexos contam com uma Ordem de Serviço mais detalhada, mas a estrutura subjacente permanece a mesma.
O trabalho mais pesado ocorre uma única vez, na fase de elaboração do contrato. A partir daí, cada projeto se adapta — seja por meio de reforço de equipe, serviços gerenciados ou preços variáveis ou fixos — sem a necessidade de renegociar toda a relação. Compare isso com o modelo de commodity, em que “flexibilidade” geralmente significa apenas uma ordem de alteração com uma nova tarifa.
Essa é a verdadeira diferença entre a Getronics e os grandes fornecedores de serviços padronizados: eles tratam cada mudança como uma nova negociação, com uma nova tarifa e no prazo que eles determinam. Como as condições de entrega e faturamento já estão acordadas no Contrato, podemos agir com rapidez — novos trabalhos são acordados em dias, e não em semanas, com tarifas já definidas, em vez de reabrir toda a negociação.

Prova na prática: Grupo Indra
O Grupo Indra é uma empresa líder global nos setores de defesa, transporte e transformação digital, com operações em mais de 140 países. A Indra é parceira da Getronics no programa “ Global Workspace Alliance ” (GWA); juntas, a Getronics e a Indra prestam serviços aos próprios clientes da Indra.
Cada projeto realizado pela Indra tem seu modelo de prestação de serviços e faturamento definido caso a caso, de acordo com as necessidades específicas do cliente da Indra. Isso só é possível graças à escala que sustenta essa estrutura: a Prestação Global de Serviços, a rede GWA e o próprio aparato financeiro global da Getronics.
Dois momentos mostram o quanto isso vale a pena:
Quando os planos mudaram: um cliente da Indra precisou de uma atualização de rede em todas as unidades de produção na Alemanha, em um prazo reduzido. Graças à governança estabelecida e à capacidade operacional local, a Getronics conseguiu incorporar o trabalho ao contrato existente e entregar dentro do prazo exigido, evitando a complexidade de iniciar um novo projeto.
Quando o prazo não podia ser alterado: em 2024, a Getronics passou da assinatura do contrato à entrega efetiva para a Unidade de Negócios Eleitorais da Indra, em 28 países, em seis semanas. A data de uma eleição federal não muda. E não precisava mudar.
Nenhum desses resultados é possível no âmbito de um contrato que exija uma renegociação completa sempre que houver alterações no escopo.
A pergunta que você deve fazer ao seu provedor atual
Não é “Vocês podem igualar esse preço?”
Pergunte: “O que seria realmente necessário para alterar seu modelo de prestação de serviços ou sua estrutura de cobrança no meio do contrato?”
Se a resposta envolver uma ordem de alteração, um novo tabela de preços e uma negociação que se estenda por várias semanas, esse é o custo oculto no processo. O impacto não é apenas financeiro — trata-se do tempo e do atrito necessários para se adaptar quando as necessidades da sua empresa mudam.


